Ora que me dei conta que às vezes faço o contrário daquilo que quero! Mas é porque tem que ser! E tem que ser porquê? Bem, a isso já não sei responder, só sei que me dou conta que não fiz o que me apetecia, fiz precisamente o contrário. Estupidez momentânea! Miopia de vontade!
Certamente já vos aconteceu.
Apetece-nos estar com as pessoas, mas depois não vamos ter com elas. Apetece-nos café e acabamos por beber leite. Apetece-nos ver um filme e acabamos por ir dormir. Apetece-nos dizer “amo-te” e dizemos “gosto de ti como um amigo”, apetece-nos dizer “vai à merda” e dizemos “sim, tens razão”…Apetece-nos chorar e rimos para disfarçar … Mas que cena é esta?!
Algumas coisas, por certo, é por preguiça que não as fazemos, outras é porque somos uns parolos! Deixamos que os outros nos julguem, ficamos com medo das reacções alheias, por vezes até é o nosso consciente, a nossa mente, as convicções, que nos impedem de fazer o que desejamos. Andamos constantemente a ver onde temos os travões, caso seja necessário travar um impulso, uma vontade… às vezes gostava de ser triciclo!! Sem travões, sem mãos, sem dentes!! Quais travões, deixa andar! Quando bater, pára! Ah, estou a brincar, isso já seria inconsciência, mas a viagem daria uma adrenalina do caraças. E até pode ser que o embate não faça muitos estragos, vale sempre a pena fazer a viagem, eu faço, às vezes os estragos são grandes!! Outras a adrenalina valeu a pena… o problema é que até parar não se sabe o que vai acontecer…
Eu tento sempre fazer o que quero, talvez apareça um obstáculo ou outro que me privam de o fazer, mas até a sensação de risco, me dão pica para avançar. Depois aparecem indiscretamente pessoas que nos roubam o prazer com que fazemos as coisas, e como tal deixamos de as fazer. Essas pessoas, são provavelmente aquelas de quem mais gostamos! Porquê? Também não sei responder! Provavelmente porque a opinião deles é importante para nós… normalmente são os nossos pais, ou os melhores amigos os empecilhos! Bem, não deixem é que seja uma Dona Rosinha, ou um Sr. Jacinto do café da esquina a privar-vos de arriscar! Esses que se lixem! Que têm a ver com a nossa vida, de que vale a sua opinião?
Lá estou eu a divagar novamente…
Só queria dizer que nem sempre a nossa atitude vai de encontro à nossa vontade. Mas tem que ser. Não me perguntem porquê, porque não se consegue explicar, só sentir…
Aqui vai o pedido de desculpa para todos aqueles que não entendem as minhas atitudes. Aqui vai um pedido de compreensão da vossa parte! Metam a mão na consciência e pensem o que leva uma pessoa a deixar de fazer o que quer!
A quem me conhece, estranha, a quem não me conhece e só agora me começa a ler fica possivelmente intrigado!
Eu desisto quando não tenho forças, quando não aguento mais, quando as injustiças são demais, quando me roubam a boa disposição, quando naquele espaço já não posso ser eu! Eu abandono quando digo “amo-te, quero estar contigo” e a resposta é… “eu também gosto de ti”…
Correr atrás de um amor assim, não só nos desgasta como nos entristece! Não vale a pena, aborrece! Rouba-nos o sorriso, e isso não permitirei nunca à minha pessoa!
Vocês conhecem-me a sorrir! Adoro sorrir de verdade! É uma entrega, é a minha honestidade, é isso que vos quero dar, é isso que já não consigo!
E para quem pensava que eu ia regressar, desenganem-se porque para esta luta já não tenho armas. Já despi todas as armaduras que me permitiram permanecer. Estou de volta ao meu lugar onde tudo o que vivi junto a vocês serão recordações, sorrisos, saudades de querer voltar, mas sem poder…
Não me voltem a perguntar pelo meu sorriso quando estou com vocês! Foi perdido numa viagem sem travões... mas que valeu pela adrenalina!
Certamente já vos aconteceu.
Apetece-nos estar com as pessoas, mas depois não vamos ter com elas. Apetece-nos café e acabamos por beber leite. Apetece-nos ver um filme e acabamos por ir dormir. Apetece-nos dizer “amo-te” e dizemos “gosto de ti como um amigo”, apetece-nos dizer “vai à merda” e dizemos “sim, tens razão”…Apetece-nos chorar e rimos para disfarçar … Mas que cena é esta?!
Algumas coisas, por certo, é por preguiça que não as fazemos, outras é porque somos uns parolos! Deixamos que os outros nos julguem, ficamos com medo das reacções alheias, por vezes até é o nosso consciente, a nossa mente, as convicções, que nos impedem de fazer o que desejamos. Andamos constantemente a ver onde temos os travões, caso seja necessário travar um impulso, uma vontade… às vezes gostava de ser triciclo!! Sem travões, sem mãos, sem dentes!! Quais travões, deixa andar! Quando bater, pára! Ah, estou a brincar, isso já seria inconsciência, mas a viagem daria uma adrenalina do caraças. E até pode ser que o embate não faça muitos estragos, vale sempre a pena fazer a viagem, eu faço, às vezes os estragos são grandes!! Outras a adrenalina valeu a pena… o problema é que até parar não se sabe o que vai acontecer…
Eu tento sempre fazer o que quero, talvez apareça um obstáculo ou outro que me privam de o fazer, mas até a sensação de risco, me dão pica para avançar. Depois aparecem indiscretamente pessoas que nos roubam o prazer com que fazemos as coisas, e como tal deixamos de as fazer. Essas pessoas, são provavelmente aquelas de quem mais gostamos! Porquê? Também não sei responder! Provavelmente porque a opinião deles é importante para nós… normalmente são os nossos pais, ou os melhores amigos os empecilhos! Bem, não deixem é que seja uma Dona Rosinha, ou um Sr. Jacinto do café da esquina a privar-vos de arriscar! Esses que se lixem! Que têm a ver com a nossa vida, de que vale a sua opinião?
Lá estou eu a divagar novamente…
Só queria dizer que nem sempre a nossa atitude vai de encontro à nossa vontade. Mas tem que ser. Não me perguntem porquê, porque não se consegue explicar, só sentir…
Aqui vai o pedido de desculpa para todos aqueles que não entendem as minhas atitudes. Aqui vai um pedido de compreensão da vossa parte! Metam a mão na consciência e pensem o que leva uma pessoa a deixar de fazer o que quer!
A quem me conhece, estranha, a quem não me conhece e só agora me começa a ler fica possivelmente intrigado!
Eu desisto quando não tenho forças, quando não aguento mais, quando as injustiças são demais, quando me roubam a boa disposição, quando naquele espaço já não posso ser eu! Eu abandono quando digo “amo-te, quero estar contigo” e a resposta é… “eu também gosto de ti”…
Correr atrás de um amor assim, não só nos desgasta como nos entristece! Não vale a pena, aborrece! Rouba-nos o sorriso, e isso não permitirei nunca à minha pessoa!
Vocês conhecem-me a sorrir! Adoro sorrir de verdade! É uma entrega, é a minha honestidade, é isso que vos quero dar, é isso que já não consigo!
E para quem pensava que eu ia regressar, desenganem-se porque para esta luta já não tenho armas. Já despi todas as armaduras que me permitiram permanecer. Estou de volta ao meu lugar onde tudo o que vivi junto a vocês serão recordações, sorrisos, saudades de querer voltar, mas sem poder…
Não me voltem a perguntar pelo meu sorriso quando estou com vocês! Foi perdido numa viagem sem travões... mas que valeu pela adrenalina!
Devemos estar onde sentimos que somos importantes.
Devemos estar presentes com um sorriso,
Devemos entregar o melhor de nós aqueles que amamos,
Devemos ser felizes...
Para viver um momento sem poder sorrir, mais vale não viver esse momento!
Devemos estar presentes com um sorriso,
Devemos entregar o melhor de nós aqueles que amamos,
Devemos ser felizes...
Para viver um momento sem poder sorrir, mais vale não viver esse momento!
Vai Tu!
Um abraço especial para ti, e para ti!
Trago-vos sempre no coração!
